ESPECIALISTA EM IMÓVEIS NA PLANTA NO VILA DA SERRA E BELO HORIZONTE

DICAS PARA INVESTIR NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE LANÇAMENTOS
 


DICAS E INFORMAÇÕES
SOBRE IMÓVEIS NA PLANTA

Investimento em imóveis na planta. Como funciona?.

O Brasil na Elite Mundial dos Mercados Imobiliários

Os motivos para comprar apartamentos na planta

Empreendimentos na planta. Garantias do consumidor

Tabela SAC ou PRICE. Qual a diferença?

Apartamento na planta, o que diz a lei:

O que você deve saber ao negociar um imóvel na planta.


Opinião de especialistas


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BAIRRO VILA DA SERRA

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ARQUIVOS
PARA VOCÊ BAIXAR


Mapa dos empreendimentos no
Belvedere e Vila da Serra
PDF - 811KB

Projeto do Portal Sul - Obras de melhorias no acesso à Nova Lima.
PDF - 661KB

Estudo de mercado (PDG) Vila da Serra
PDF - 4.155KB

Dicionário do mercado imobiliário.
PDF - 1,100KB


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LINKS ÚTEIS

INCC - Índice Nacional da Construção Civil
Índice utilizado na correção das parcelas até a entrega das chaves do imóvel em construção.

Dagmar Imóveis
Terrenos para construtoras, fazendas, casas e lotes em condomínios fechados.




Imóveis para investimento
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INVESTIMENTO EM IMÓVEIS NA PLANTA.
COMO FUNCIONA?


O imóvel na planta ( lançamento ) é vendido por um preço menor que o imóvel pronto. Quem investe em imóvel na planta e espera o tempo de construção, irá se beneficiar da valorização. Além disso, durante a fase de construção, somente um percentual do valor total do apartamento é pago, geralmente entre 25% e 40%, ficando a maior parte para depois do apartamento estar pronto.

EXEMPLO: Imóvel "X" no bairro Vila da Serra, na Grande Belo Horizonte.

A) Preço do imóvel na planta = R$400.000,00
B) Preço de venda do imóvel pronto dentro de 30 meses =
R$520.000,00

Valorização de 30% (estimativa bastante conservadora)
Veja principais fatores de valorização do bairro Vila da Serra

Lucro (item "B" menos item "A" do exemplo) = R$120.000,00

Quem investir os R$400.000,00 hoje, e receber R$120.000,00 líquidos em 30 meses, terá uma rentabilidade de 30% (R$120.000,00 sobre R$400.000,00 investidos), em um prazo de 30 meses.

MAS ATENÇÃO, O MELHOR VEM AGORA:
As condições de pagamento para imóveis na planta são muito facilitadas. O investidor pagará no máximo 40% (varia de 25% a 40%) = R$160.000,00 ao longo dos 30 meses (período de construção) e vai continuar tendo um lucro de R$120.000,00.

Quando o apartamento estiver pronto e for colocado à venda, a rentabilidade sobre valor investido até a entrega das chaves será bem maior:

Rentabilidade de 75% em 30 meses = Lucro de R$120.000,00 para um investimento de R$160.000,00. Considerando um investimento máximo (40%) até a entrega das chaves.

Se considerarmos o pagamento de 25% do valor total do imóvel (R$100.000,00) até a entrega das chaves, a rentabilidade passa a ser de 120% no mesmo período de 30 meses = Lucro de R$120.000,00 para um investimento de R$100.000,00, considerando a mesma estimativa conservadora de 30% de valorizoção no período.

Cálculos simplificados.
É necessário considerar o reajuste do INCC e os custos de transação e corretagem na venda. Neste exemplo, tais custos estão embutidos no preço de venda sem alteração significativa na rentabilidade.

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O BRASIL NA ELITE MUNDIAL DOS MERCADOS IMOBILIÁRIOS

Uma pesquisa inédita, abrangente e imparcial - encomendada pela Revista Exame ao Instituto Ibope Inteligência (instituições não ligadas ao setor imobiliário) - dissecou o comportamento do mercado nos segmentos residencial e comercial e revela que os imóveis brasileiros valorizaram 22% no último ano e ainda há espaço para mais crescimento.

O imóvel no Brasil ainda não está caro quando comparado aos preços praticados em outros países. Ocupa apenas a 64ª posição num ranking de preços de 90 países feito pela Global Property - Na média, o valor do metro quadrado é metade do que se cobra na África do Sul e na China.

A combinação entre demografia favorável, crescimento econômico e mais crédito explica o aumento recente da demanda por apartamentos e escritórios no país.

A cada ano surgem no Brasil 1,5 milhão de domicílios - número que pode passar para 2 milhões em 10 anos. As construtoras já não conseguem erguer apartamentos suficiente para fazer frente a essa demanda, o que explica o déficit habitacional do país, estimado em 8 milhões de moradias. É verdade que boa parte deste déficit está concentrada na baixa renda, mas estima-se que as famílias mais abastadas que vivem nas grandes cidades precisem de 100.000 novas moradias por ano, cerca do dobro do que as incorporadoras conseguem construir.

DEMOGRAFIA - A pirâmide social brasileira está se transformando, com o aumento da população com mais de 30 anos e do número de pessoas que vivem nas cidades o que favorece a formação de novas famílias e faz crescer a procura por apartamentos.
O número de brasileiros com mais de 30 anos aumentou de 37% para quase a metade da população (espera-se que este percentual chegue a 60% até 2030). Essa é a idade em que as pessoas formam suas famílias e buscam um lugar para morar.
Em 1990 75% da população brasileira viva nas áreas urbanas, em 2010 este número chegou a 85% e em 2030 será de 91%.

CRESCIMENTO ECONÔMICO - A expansão do PIB amplia a demanda por escritórios - surgem novas empresas e as companhias já estabelecidas geralmente crescem e precisam de espaços maiores - e eleva a renda da população, formando um novo contingente capaz de comprar imóveis.
O Brasil saiu do 20º lugar, em 1999, e alcançou a terceira posição no ranking das 32 economias mais fortes do mundo em 2010, elaborado pela Thornson Reuters, empresa especializada em informações econômico-financeiras. Significa a capacidade do país de gerar investimentos nacionais e estrangeiros. A expectativa é que o país se mantenha entre as 10 primeiras posições até 2014.
Diversos fundos estrangeiros passaram a investir em imóveis no Brasil nos últimos anos, como a Abu Dhabi Investment, maior fundo soberano do mundo, e a gestora britânica Autonomy.

CRÉDITO - A compra de imóveis depende de financiamento, que cresce ano a ano. Jovens e solteiros conseguem comprar, em vez de alugar, o primeiro imóvel em razão da maior oferta de crédito. Com os juros mais baixos, compradores de alta renda aceitam fazer um financiamento para comprar um imóvel melhor. Famílias de baixa renda passaram a comprar imóveis com a ajuda dos programas de incentivo do governo.

Clique aqui para baixar a matéria completa da Revista Exame: PDF 2.752KB

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OS MOTIVOS PARA COMPRAR UM IMÓVEL NA PLANTA

Excelente Condição de Pagamento - As tabelas das construtoras são muito atrativas e, geralmente, podem ser adaptadas à necessidade de cada cliente. Na maioria das vezes o comprador paga 30% do valor do imóvel até as chaves (varia de 25% a 40%) e o restante pode ser financiado com o banco de sua preferencia (que estão com as menores taxas da história) ou mesmo com aprópria construtora.

Condomínio Econômico - Os novos empreendimentos já levam em consideração a demanda por condomínios baratos e, por isso, investem em infra-estrutura como reutilização da água, energia solar e medição individualizada de água e gás.

Documentação Descomplicada - Por nunca ter sido habitado, um apartamento na planta tem menos chance de ter problemas com documentação além de você poder optar por construtoras bem conceituadas no mercado. Neste ponto, vale lembrar que hoje a lei proteje o consumidor (Veja os instrumentos legais que foram criados para garantir a entrega do iempreendimento) tornando o investimento em imóvel na planta muito mais seguro.

Instalações Modernas - Instalações novas evitam custos com manutenção, além de suprirem, através de uma infra-estrutura moderna, as necessidades atuais dos consumidores.

Agilidade na Decoração
- Com a planta na mão o planejamento da decoração e compra da mobília é mais prazeroso, com tempo suficiente para escolher e cotar materiais de construção e móveis, o que aumenta a possibilidade de fazer uma melhor negociação.

Personalização do Apartamento - Mudanças no projeto para adequação à necissidade de cada família podem ser feitas com mais facilidade e, muitas vezes, entregues sem custos adicionais pela própria construtora.

Alta Liquidez - Se o mercado imobiliário continuar aquecido, a economia estável e o imóvel escolhido for bem localizado, tiver uma boa planta e estiver com uma avaliação coerente, ele vende muito rápido, terá alta liquidez.

Lucro Nas Chaves - Não é uma regra, porém, na maioria das vezes, é o que acontece. Segundo o CRECI, um imóvel na planta pode render 50% a mais que um imóvel usado.

Realização Pessoal - A facilidade de pagamento de um imovel na planta tem ajudado na realização dos sonhos de muitas famílias. Morar em um apartamento novo não tem preço.

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BLINDAGEM DE EMPREENDIMENTOS NA PLANTA:

Mais de dez anos depois de decretada a falência da Encol, o setor imobiliário vive uma fase completamente distinta. Assim como o próprio mercado, os mecanismos de proteção aos compradores se sofisticaram. Hoje, cada empreendimento tem uma contabilidade separada. Um avanço e tanto. A principal blindagem do setor é chamado patrimônio de afetação - instrumento legal que dá mais garantias ao comprador em casos extremos, como a falência.

Por exigência dos bancos, que também foram prejudicados pela falência da Encol, praticamente todas as empresas adotam as SPEs (Sociedades de Propósito Específico). A SPE é uma empresa criada para cuidar de um único empreendimento. Com vida curta, nasce no momento da compra do terreno e é desfeita depois da entrega das chaves. Nessas sociedades, não há contaminação das contas da empresa ou de um outro empreendimento com problemas.

Quando a SPE já era realidade dentro das empresas, em agosto de 2004 entrou em vigor uma lei específica (10.931/2004) - do patrimônio de afetação. Mas trata-se de uma lei facultativa, cuja adoção fica a critério do incorporador.

A adoção de um mecanismo não exclui o outro. O mesmo empreendimento pode ser duplamente blindado. Geralmente, os bancos exigem um ou outro para concessão de empréstimo. Especialistas são unânimes em afirmar que tanto a SPE, quanto o patrimônio de afetação são um avanço importante e garantem segurança ao comprador.

Patrimônio de Afetação - O instrumento faz com que todos os recursos obtidos pela construtora em determinada obra sejam destinados exclusivamente para aquela construção. Assim, o incorporador não pode redirecionar parte das parcelas recebidas de um empreendimento para outro. Se a empresa falir ou entrar em concordata, este patrimônio não entra na massa falida.

Empresa de Propósito Específico - A incorporadora se transforma em uma holding e constitui uma pequena empresa, à parte, para cada um dos seus empreendimentos. O objetivo é que esta nova empresa tenha independência para tratar somente de uma construção em particular, sem ser afetada por problemas em outras. Quando a construção fica pronta e é repassada aos seus proprietários, a empresa que foi criada para aquela obra deixa de existir.

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TABELAS SAC OU PRICE. QUAL A DIFERENÇA?

Se a decisão de compra de um imóvel passa pela escolha de um financiamento imobiliário, é importante saber alguns termos que fazem a diferença na composição do valor das suas parcelas:

Tabela SAC

É o Sistema de Amortização Constante, cuja característica é amortizar (diminuir) um percentual fixo da dívida desde o início do financiamento.

Ou seja: na composição total da parcela paga mensalmente, o valor correspondente ao pagamento da dívida permanece constante, enquanto o valor correspondente ao pagamento de juros diminui progressivamente.

O Sistema de Amortização Constante é o mais adequado para financiamentos imobiliários, pois a tendência é que o valor das prestações e o saldo devedor diminuam, se mantidos os atuais níveis de atualização monetária. O comprador, no entanto, deve ter maior fôlego financeiro para arcar com parcelas mais altas no início dos pagamentos.

Com o SAC, o risco de o saldo devedor sofrer aumentos acentuados é baixo. Isso porque, mantida a atual taxa de atualização monetária, cada parcela paga será abatida desde o início. Além disso, as prestações futuras tendem a diminuir continuamente ao longo do financiamento. Assim, o cliente passa a ter maior controle da dívida no longo prazo e uma maior tranqüilidade para planejar o futuro.


Tabela Price

Também conhecida como Sistema Francês de Amortização, ficou menos popular nos últimos anos, mas ainda é utilizada por alguns bancos.

É caracterizada pelo valor fixo das parcelas ao longo do financiamento e, via de regra, é mais onerosa para o comprador. Isso porque, nos primeiros meses, em virtude da parcela fixa, o valor a ser abatido do saldo devedor é muito pequeno: a maior parte vai para o pagamento dos juros. E como os juros incidem sobre o saldo devedor (que foi pouco reduzido), o valor total pago no fim do financiamento tende ser maior.

Algumas pessoas ainda optam por esta tabela justamente por causa do valor fixo das parcelas, atraente para determinados perfis de compradores.

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IMÓVEIS NA PLANTA. O QUE DIZ A LEI:


Pela legislação, o Construtor/Incorporador está autorizado a prometer a venda de um imóvel que ainda não existe de fato. Contudo, a lei exige que, através de documentos, seja demonstrada a real satisfação de alguns requisitos, itens que, por medida de segurança, devem ser minuciosamente verificados pelo Comprador.

Em resumo, o Construtor - Incorporador deve comprovar a existência de fato e de direito do seguinte:

a ) do terreno sobre o qual será erguido o edifício, identificado e localizado de acordo com informações da Prefeitura local;

b) de quem é o proprietário ou o titular da promessa de aquisição da propriedade do terreno, a partir de informações escritas fornecidas pelo Cartório de Registro de Imóveis;

c ) do projeto da construção do edifício, elaborado sob a responsabilidade de técnico inscrito no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia ( CREA ) e por ele assinado, devidamente aprovado pela Prefeitura local (isto é, com Alvará de Construção);

d ) da divisão do terreno, tanto das frações ideais correspondentes às unidades autônomas que irão compor o edifício, assim como do cálculo das áreas ( privativa, comum e total ) atribuídas a cada uma delas;

e ) da especificação do acabamento que será dado ao prédio em geral ( fachada, pisos e paredes do “ hall de entrada, portaria, corredores, escadas, etc. ) e a cada unidade autônoma;

f ) da promessa pública do Incorporador para realizar o empreendimento, ou seja, da prova do registro da incorporação do edifício e arquivamento da documentação exigi a por lei, no mesmo Cartório de Registro de Imóveis referido na letra “b”.

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RESUMO DO QUE VOCÊ DEVE SABER AO NEGOCIAR UM IMÓVEL NA PLANTA:

1 - De que empresa estou comprando o imóvel e qual a sua história? O que ela empreendeu até agora? O que está empreendendo?
2 - Qual é a situação jurídica do terreno?
3 - Qual é a situação jurídica do empreendimento?
4 - O projeto está aprovado pela Prefeitura local e registrado no Registro de Imóveis?
5 - Quais as opções de financiamento e em que agentes financeiros?
6 - Como é detalhadamente o imóvel que estou comprando?
7 - A garagem é coberta ou não? É uma unidade autônoma ou apenas está vinculada à unidade autônoma do edifício?
8 - Qual é a área privativa, a área comum e a total do imóvel segundo a norma brasileira ( NBR-12721/92 )?
9 - Como é a forma de pagamento de todo o negócio?
10 - Qual o prazo de início das obras e qual a previsão de entrega do imóvel?
11 - Quais os equipamentos condominiais que serão entregues?
12 - Há uma estimativa da taxa do condomínio?
13 - Existe desconto para compra à vista? E para o pagamento antecipado de prestações?
14 - Qual o percentual de reajuste do negócio? No caso de financiamento direto pelo vendedor, qual o índice utilizado?
15 - Qual é a incidência diária de sol no imóvel que estou comprando?
16 - Qual é a Imobiliária que está Intermediando a operação?
16 . 1 - Ela é credenciada ao Creci?
16 . 2 - Ela está autorizada pelo proprietário a oferecer o imóvel em negociação?

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OPINIÃO DE ESPECIALISTAS:

A opinião de quase a totalidade dos especialistas é que o mercado está bastante aquecido e não há, no Brasil, o risco de "bolha".

"Configuraria uma bolha se houvesse demanda artificial, ou preços artificiais, o que não é o caso do Brasil"
João da Rocha Lima, professor titular de real state da Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo).

"Tudo indica que o Brasil caminha para uma expansão sustentável"
Susan Wachter - Professora da escola de negócios Wharton, nos Estados Unidos

"Haverá grandes lançamentos, mas, se a economia crescer mais que o esperado, pode não ser suficiente"
Walter Cardoso - Presidente da Consultoria Richard Ellis

"Nos últimos dez anos se produziu muito pouco imóvel para a fatia mais popular, então há uma demanda gigantesca reprimida"
Luiz Paulo Pompéia, diretor da Embraesp.

"O limite do preço do imóvel é o limite do bolso do comprador. Estamos no início de um ciclo virtuoso, com massa salarial crescendo, mais empregos e acesso ao crédito. Tenho certeza de que não estamos vivendo uma bolha"
Celso Petrucci, do Secovi.

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